terça-feira, 22 de março de 2011

Pequenas verdades

Alguns livros trouxeram muitas mudanças à minha vida. Moldaram meu carater, me ajudaram a ser uma pessoa melhor e consequentemente,  alegrias e muitas conquistas vieram juntas.
Os livros lidos e não esquecidos foram escritos para crianças, ou melhor, para crianças lerem com seus pais.
Muitas pessoas procuram - em momentos de indecisão e fragilidade - livros de auto-ajuda, com ensinamentos milagrosos, formulas mirabolantes, mantras e afins. Livros enfadonhos e chatos. Interminaveis paginas falando sobre como ser uma pessoa bem sucedida, somente seguindo algumas regras. Tudo muito "adulto", profissional e formal.
Listo algumas pequenas verdades que só serão aprendidas, se forem vistas pelos olhos de uma criança.
Uma criança tem a mente e o coração abertos para o aprendizado; questionam, instigam, acreditam.

"Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: ´Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!´ e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem é um cogumelo!"

"A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa.
- Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma.
Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos,
os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!"



“Talvez esse homem seja mesmo um tolo. No entanto, é menos tolo que o rei, que o vaidoso, que o empresário que o beberrão. Seu trabalho ao menos tem um sentido. Quando acende o lampião, é como se fizesse nascer mais uma estrela, ou uma flor. Quando o apaga, porém, faz adormecer a estrela ou a flor. É um belo trabalho. E, sendo belo, tem sua utilidade.”


“As estrelas são todas iluminadas... Será que elas brilham para que cada um possa encontrar a sua?”


“É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas.”



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